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Raimundos
Publicado em: 19/11/2011 pela equipe do Brasília Web

Raimundos

A partir de junho de 2001, porém, o Raimundos passou por um momento de transição com a perda do primeiro vocalista, Rodolfo, que seguiu em carreira solo com outro projeto.

   

Formado há 15 anos como uma banda cover de Ramones, o quarteto brasiliense se estabeleceu a partir do final de 1992 com uma interessante mistura de rock pesado (punk, hardcore, metal) e elementos da música regional, como o forró. Canções como Puteiro em João Pessoa, Eu Quero é ver o Oco e Nêga Jurema, entre outras, ganharam as rádios de todo o país.

Mas o grande sucesso nacional veio por ocasião do lançamento do quinto CD. Só no Forevis (1999), que alcançou a incrível marca de 750 mil cópias vendidas, puxado pelas faixas Mulher de Fases, A Mais Pedida e a versão de Aquela (da também brasiliense Little Quail and Mad Birds).

A partir de junho de 2001, porém, o Raimundos passou por um momento de transição com a perda do primeiro vocalista, Rodolfo, que seguiu em carreira solo com outro projeto, o Rodox. A banda se separou por alguns meses, voltando com a guitarrista Digão no comando. No final de 2002, foi a vez do baixista Canisso sair.

Mas o grupo continua firme e forte. Fred (bateria) e Digão (guitarra e vocal), remanescentes da formação original, estão dando prosseguimento à turnê de Kavookavala (2002), o oitavo disco. Com Marquinhos na guitarra e a presença provisória de Alf (Rumbora) no baixo, o Raimundos voltou ao palco do Porão do Rock 2003, onde já fez uma apresentação antológica na edição de 2002.

O Mega Portal Brasília Web não podia ficar de fora desse mega evento, não é verdade?. Por isso, conversamos com os integrantes da Banda Raimundos e conta as novidades para vocês. Confira.

BW – O que vocês acharam da nova estrutura do Porão do Rock 2003?

Digão – Sabe o que é mais legal nisso tudo? São pouquíssimas bandas conhecidas e muitas bandas novas. Isso é lindo, é bom demais!. Um festival desse tamanho e totalmente dedicado à bandas que estão começando, principalmente tendo divulgação nacional. Os idealizadores estão de parabéns, pois o trabalho deles deu abertura pra muita gente, como para o próprio Raimundos. Brasília, daqui a pouco vai ficar pequena demais para esse evento (risos).

BW – Vocês tinham um bom público em Brasília, mas tiveram que sair para ter um reconhecimento maior dentro e fora da cidade. O que vocês tem a falar sobre isso?

Digão – Em Brasília, como em qualquer outro lugar, rola muito disso. É mais ou menos assim, Brasília gera a gente e diz: Agora vai!, sai e conquista teu espaço lá fora. E foi mais ou menos isso que aconteceu com a gente e que acontece com muitas outras. Na verdade, chegamos num estágio que, se não saíssemos, nós não íamos crescer. Acho até legal isso, porque é como “sair de baixo da saia da mãe”.

BW – Vocês estão fazendo poucos shows em Brasília. Porque?

Digão – Acho que os contratantes estão descrentes. Mas, depois de hoje, vai chover contratos (risos). Estamos “flertando” com eles. Jogamos os olhares, agora a gente espera ser correspondido (risos). Agora falando sério, tinha muita gente achando que os Raimundos acabaria com a saída do Rodolfo, depois veio a saída do Canisso, só que em vez da gente se abalar com isso, procuramos selecionar, entre os nossos amigos, que se encaixaria na proposta da banda. Tanto que, quando o Canisso saiu, o primeiro nome que veio na minha cabeça foi o do Alf (integrante da banda Rumbora), que é meu amigo de infância e um excelente baixista. Daí, ficou tudo em casa, continuamos a fazer um trabalho de qualidade para manter nosso público e nossa música.

Um grande abraço à todos!

Reportagem: Renata Pantoja
Fotografia: Luiz Carlos Gomes


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