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Zeca Pagodinho
Publicado em: 04/03/2012 pela equipe do Brasília Web

Zeca Pagodinho

Nos anos 70 começou a freqüentar as rodas de samba de fundo de quintal no Bloco Carnavalesco Cacique de Ramos.

   

Jessé Gomes da Silva Filho nasceu em 1959 no bairro de Irajá e foi criado em Del Castilho, subúrbio do Rio de Janeiro. Cresceu em meio ao samba carioca mais autêntico e desde cedo já fazia seus próprios versos e melodias, destacando-se como grande partideiro. Ganhou seu apelido em desfiles no bloco Boêmios do Irajá.

Nos anos 70 começou a freqüentar as rodas de samba de fundo de quintal no Bloco Carnavalesco Cacique de Ramos. Esses animados encontros de compositores e cantores aconteciam todas as quartas feiras, tornando-se um verdadeiro berço do pagode, pois daí se expandiu o grande sucesso que o samba tem hoje em todo o país.

Numa dessas rodas de samba, em 1981, a cantora Beth Carvalho ficou impressionada com seu talento e o convidou para gravar com ela o samba "Camarão que dor me a onda leva", dele e de Arlindo Cruz. Logo depois, com 23 anos, Zeca foi convidado a participar do disco "Raça Brasileira", que reunia outros quatro novos grande nomes do samba: Jovelina Pérola Negra, Pedrinho da Flor, Eliane Machado e Mauro Diniz. O disco foi um grande sucesso de vendas e de execução, abrindo caminho para os discos solos de Zeca Pagodinho. São 15 discos e um DVD de 1986 até hoje, sempre no topo das paradas e no coração dos brasileiros, com suas músicas alegres, maliciosas, espertas, amorosas, criativas e despojadas, verdadeiras crônicas da vida brasileira nos dias de hoje.

Zeca Pagodinho e Renata Pantoja conversaram bastante sobre a carreira e o show de Zeca, só faltou uma cervejinha.. risos!!. Confira.

BW – Quando você percebeu que a música seria sua parceira para o resto da vida?

Zeca – Desde cedo eu já gostava de música, minha família era de músicos, não tinha nenhum profissional, o primeiro foi eu, mas com 18 anos resolvi “cair na gandaia” de verdade e fazer da música minha profissão. Ôh, profissão boa!.. risos.

BW – Porque o apelido "Pagodinho"?

Lá em Irajá (subúrbio do Rio) onde eu fui criado, tinha um grande bloco carnavalesco chamado "Boêmios de Irajá". Lá também se reuniam grandes sambistas. Eu sempre saía no bloco, era o mascote de uma ala chamada "Ala do Pagodinho". Daí fiquei conhecido como o Zeca da ala do Pagodinho. Para Zeca Pagodinho foi só um pulo.

BW – Você está encerrando a Turnê do “Deixa a Vida me Levar”? Já tem CD novo pintando na área?

Zeca – A turnê do CD Deixa a Vida me Levar realmente está encerrando, já tem coisa boa pintando sim!. Devo entrar em estúdio em julho ou agosto, ainda não sei direito, só posso dizer ser gravado ao vivo, um Acústico MTV. No mais, me barraram!, não posso falar mais nada.. risos!!.

BW – Vira e mexe estás sempre voltando à Brasília, não é?

Zeca – Com certeza. Venho sempre fazer shows na ARUC, e outras casas, tenho parentes aqui e, aproveito para unir o útil ao agradável, né?! Faço shows e depois reuno a turma pra tomar todas!! (risos).

Reportagem: Renata Pantoja
Fotografia: Luiz Carlos Gomes


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